Em resumo

  • O que é: sarcopenia é a perda de força e de massa muscular que costuma acompanhar a idade. Na Clínica Higashi Londrina, a avaliação olha a força, o músculo medido e o desempenho no dia a dia.
  • Por que importa: o músculo sustenta o equilíbrio, ajuda a controlar a glicose e mantém a autonomia para levantar, subir escada e carregar peso.
  • Excesso de peso: a balança pode esconder a perda de músculo; quem tem gordura a mais também pode ter sarcopenia.
  • O que ajuda: treino de força, proteína suficiente, vitamina D quando falta e sono, com a composição corporal medida para acompanhar a mudança.

O que é sarcopenia?

Sarcopenia é a perda progressiva de força e de massa muscular, que costuma aparecer com a idade e reduz a capacidade de fazer as tarefas do dia a dia. Na Clínica Higashi Londrina, ela é investigada a partir do que a pessoa percebe na rotina, da composição corporal medida na bioimpedância e dos exames, dentro da avaliação médica.

A dúvida costuma chegar assim: “Estou mais fraca, mas o peso é o mesmo. Isso é normal da idade?” Perder um pouco de músculo com os anos é esperado. Perder a ponto de a força e o desempenho caírem já tem nome, e tem o que fazer. O consenso europeu sobre sarcopenia, revisado em 2019 e conhecido pela sigla EWGSOP2, organiza o diagnóstico em três perguntas simples [1]:

  1. A força está baixa? É o ponto de partida. Força baixa já torna a sarcopenia provável.
  2. A quantidade de músculo está baixa? A medida do músculo confirma o diagnóstico.
  3. O desempenho físico caiu? Quando a velocidade para caminhar ou outras tarefas também estão comprometidas, a sarcopenia é considerada grave.

A mudança de foco do músculo para a força tem uma razão prática: a força prevê melhor o que acontece no dia a dia do que o tamanho do músculo isolado. O mesmo consenso lembra que a sarcopenia é mais comum em pessoas mais velhas, mas pode começar antes, ligada a doenças, ao sedentarismo e à alimentação [1]. Ela é frequente: uma revisão com 151 estudos e quase 700 mil pessoas encontrou sarcopenia em 10% a 27% das pessoas com 60 anos ou mais, conforme o critério usado [2].

Como o que se come pesa nessa conta, o tema conversa com o guia do plano alimentar individual, que mostra como a composição corporal entra na montagem do cardápio.

“A sarcopenia é uma doença progressiva e generalizada do músculo esquelético, associada a maior chance de quedas, fraturas, incapacidade física e morte.”

Grupo Europeu de Trabalho sobre Sarcopenia em Idosos (EWGSOP2), 2019 [1]

Por que a sarcopenia importa para a saúde?

A sarcopenia importa porque o músculo sustenta o equilíbrio, participa do controle da glicose e sustenta a autonomia para as tarefas comuns, e a perda dele afeta essas três frentes ao mesmo tempo. Um fator puxa o outro: com menos força, a pessoa se movimenta menos, perde mais músculo e fica mais exposta a quedas.

Quedas e fraturas

Em uma revisão com 36 estudos e mais de 52 mil pessoas com 65 anos ou mais, quem tinha sarcopenia apresentou risco maior de quedas e de fraturas do que quem não tinha, independentemente do critério usado para o diagnóstico [3].

Glicose e metabolismo

O músculo é um dos principais destinos do açúcar do sangue depois das refeições. Em uma análise com 13.644 participantes de um inquérito de saúde dos Estados Unidos, quanto maior a proporção de músculo em relação ao peso, menor a resistência à insulina e a chance de pré-diabetes [4].

Autonomia e recuperação

Levantar da cama, tomar banho sozinho, carregar as compras e subir a escada de casa dependem de força. O músculo também é reserva para os dias difíceis: internações, cirurgias e infecções consomem proteína do corpo.

Quem tem mais risco de perder músculo?

O risco de sarcopenia é maior com a idade, com pouca atividade física, com doenças crônicas, depois de períodos de cama, em dietas muito restritivas e na transição da menopausa. Esses fatores costumam se somar, e é a soma que acelera a perda.

  • Idade: com os anos, o músculo responde menos ao estímulo do treino e da proteína.
  • Pouca atividade física: o consenso europeu aponta o sedentarismo como um dos fatores que levam à sarcopenia [1].
  • Doenças crônicas: diabetes, doenças do coração, dos pulmões e dos rins, além de inflamações persistentes, podem acelerar a perda, o que o consenso chama de sarcopenia secundária [1].
  • Períodos de cama: internações, cirurgias e recuperações longas pesam muito. Em um estudo com pessoas mais velhas e saudáveis, dez dias de repouso na cama já reduziram a massa magra das pernas [6].
  • Dietas restritivas: comer pouca energia ou pouca proteína é outra causa descrita no consenso [1]. Quem passou por várias dietas e pelo efeito sanfona pode ter perdido músculo a cada ciclo.
  • Menopausa: em um estudo que acompanhou mulheres por vários anos, a massa magra passou a cair no início da transição da menopausa, enquanto o ganho de gordura acelerou, e as duas mudanças seguiram até cerca de dois anos depois da última menstruação [7]. O guia da menopausa explica como essa fase é acompanhada.

Outros fatores entram na avaliação porque também mexem com o músculo: hormônios como insulina, hormônios da tireoide, hormônios sexuais e cortisol; sono; estresse; inflamação; deficiências de vitaminas e minerais; e medicamentos em uso. Olhar para esse conjunto, e não só para o músculo, é a forma de cuidar que a clínica chama de equilíbrio global da saúde.

Dá para ter sarcopenia com excesso de peso?

Sim: a sarcopenia também acontece em pessoas com excesso de peso, e nesse caso a balança costuma esconder a perda de músculo, porque a gordura ocupa o lugar dele. A situação tem nome, obesidade sarcopênica, e foi definida em 2022 por duas sociedades europeias, de nutrição clínica e de obesidade, como a presença ao mesmo tempo de gordura em excesso e de massa ou função muscular baixa [5].

Na prática, aparece assim: o peso ficou parecido, mas as calças apertam na cintura, as pernas afinaram e subir a ladeira de casa cansa mais.

Por que isso importa ao emagrecer

Na obesidade sarcopênica, o objetivo é perder gordura protegendo o músculo. Uma dieta muito restrita, sem treino de força e com pouca proteína, pode reduzir o peso e a força ao mesmo tempo.

O consenso sugere começar a investigação pela função do músculo, como a força, e depois confirmar com a medida da composição corporal [5]. A nutrição usa a bioimpedância para ajustar o plano alimentar, presencialmente em Londrina e como apoio ao acompanhamento médico, e confere nos retornos se a mudança veio da gordura e não do músculo.

Quais sinais do dia a dia costumam aparecer antes do exame?

Os primeiros sinais de sarcopenia costumam aparecer em tarefas comuns, como levantar da cadeira, carregar sacolas e subir escadas, antes de qualquer exame alterado. Cada um desses sinais conversa com uma parte do diagnóstico: força, massa ou desempenho. O questionário curto que o consenso europeu sugere para rastrear a sarcopenia, o SARC-F, pergunta justamente sobre força, caminhada, levantar da cadeira, subir escada e quedas [1].

O que você percebeO que pode refletirComo a avaliação mede
Precisar das mãos para levantar da cadeira ou do sofáForça das pernasTeste de levantar da cadeira cinco vezes, sem apoiar as mãos
Dificuldade para abrir potes, torcer um pano ou segurar sacolasForça das mãos e dos braçosForça de preensão, medida com um aparelho que a pessoa aperta com a mão
Parar no meio da escada ou depender do corrimãoForça das pernas e desempenhoPerguntas do SARC-F e testes de desempenho
Andar mais devagar que os outros ou ficar para trás numa caminhadaDesempenho físicoVelocidade da caminhada em uma distância curta
Quedas ou tropeços que quase viraram quedaForça, equilíbrio e desempenhoHistórico de quedas e testes de desempenho
Braços e pernas mais finos com a cintura mais larga, peso parecidoMenos músculo e mais gorduraBioimpedância, que separa músculo, gordura e água

Como usar o quadro

O quadro serve para observar a rotina, e não para fazer um diagnóstico em casa. Um sinal isolado pode ter outras explicações, como dor no joelho, falta de ar ou cansaço por sono ruim. O que vale anotar é a mudança: o que ficou mais difícil, em que situação e desde quando, para levar à consulta.

Quando o filho ou a filha acompanha os pais, as observações de quem convive também contam: a mãe que passou a evitar a escada, o pai que pede ajuda para levantar do sofá.

Como a sarcopenia é avaliada?

A sarcopenia é avaliada em etapas: primeiro a força, depois a quantidade de músculo e, por fim, o desempenho físico, sempre junto com a história da pessoa e os exames de sangue. A ordem segue o consenso europeu [1].

Força

Os testes mais usados são a força de preensão da mão e o teste de levantar da cadeira, que funciona como uma medida indireta da força das pernas [1]. O consenso traz pontos de corte para a população adulta, que ajudam a entender a lógica do diagnóstico:

TesteO que indica força ou desempenho baixos
Força de preensãoMenos de 27 kg nos homens e menos de 16 kg nas mulheres
Levantar da cadeira cinco vezesMais de 15 segundos
Velocidade da caminhada0,8 metro por segundo ou menos

Os números são referências de estudo populacional [1]. A leitura do seu caso considera a idade, o tamanho do corpo, a dor articular e o que mudou ao longo do tempo.

Massa muscular

A quantidade de músculo pode ser estimada pela bioimpedância, que o consenso europeu reconhece como um método prático e amplamente disponível [1]. Na clínica, a bioimpedância InBody e Seca faz parte do check-up funcional da primeira consulta e mostra músculo, gordura e água por segmento do corpo: braços, pernas e tronco.

Pés descalços sobre a plataforma do aparelho de bioimpedância da Clínica Higashi Londrina, usado para medir a composição corporal
A bioimpedância estima músculo, gordura e água corporal e serve de base para comparar nas reavaliações.

A bioimpedância estima o músculo a partir da passagem de uma corrente elétrica leve pelo corpo, e não o mede diretamente [1]. Por isso, as reavaliações repetem as mesmas condições e olham para a tendência, e não para uma diferença pequena entre duas medidas. A avaliação metabólica da nutrologia lê a composição corporal junto com o gasto de energia e os exames de sangue.

Desempenho e exames

O desempenho aparece na velocidade da caminhada e na forma como a pessoa realiza as tarefas do dia a dia. Os exames de sangue completam a leitura: glicose e insulina, tireoide, hormônios sexuais, vitamina D, vitamina B12, ferro, função dos rins e marcadores de inflamação, conforme a história de cada pessoa.

O que ajuda a preservar e recuperar o músculo?

O que mais ajuda na sarcopenia é o treino de força feito com regularidade, somado a proteína suficiente na alimentação, à correção de deficiências como a de vitamina D e a um sono que permita a recuperação. A diretriz internacional de sarcopenia recomenda com força o exercício resistido como base do tratamento e considera a alimentação rica em proteína como apoio a ele [8].

Treino de força

O exercício resistido, aquele em que o músculo trabalha contra uma carga, pode melhorar a massa muscular, a força e o desempenho de quem tem sarcopenia [8]. A Organização Mundial da Saúde recomenda exercícios de fortalecimento muscular em 2 ou mais dias por semana para adultos e, para pessoas mais velhas, atividades variadas que deem ênfase ao equilíbrio e à força em 3 ou mais dias por semana, para preservar a capacidade funcional e prevenir quedas [9]. Musculação, exercícios com elásticos, pilates com carga e exercícios com o peso do próprio corpo contam, desde que o esforço seja real e progrida aos poucos, com orientação profissional para quem está parado há muito tempo ou tem dor articular.

Proteína suficiente ao longo do dia

A proteína dá ao músculo o material para responder ao treino. A diretriz internacional sugere que a proteína venha junto com a atividade física, e não sozinha [8]. Quanto comer, como distribuir nas refeições e o cuidado com os rins estão explicados no artigo sobre proteína ao longo do dia para preservar músculo. A quantidade de cada pessoa sai da avaliação.

Vitamina D quando falta

A vitamina D participa da saúde dos ossos e dos músculos, e corrigir uma falta medida faz parte do cuidado. A diretriz internacional considera que a vitamina D sozinha não tem evidência suficiente como tratamento da sarcopenia [8], e por isso ela entra quando o exame mostra deficiência. O artigo sobre vitamina D baixa explica como o exame é lido.

Sono e recuperação

Dormir bem faz parte da recuperação do músculo. Uma revisão sobre o tema descreve que dormir pouco ou mal favorece a quebra de proteína do músculo e a resistência à insulina, uma ligação que ainda está sendo estudada [10]. Roncos e pausas na respiração também entram na conversa da consulta.

O que costuma fazer diferença

  • Treino de força regular, com carga que progride
  • Proteína distribuída nas refeições, na quantidade definida na avaliação
  • Movimento ao longo do dia, além do treino
  • Deficiências corrigidas a partir de exames

Momentos que pedem atenção extra

  • Volta para casa depois de internação ou cirurgia
  • Planos de emagrecimento, para proteger o músculo
  • Transição da menopausa
  • Início de uma doença crônica ou de um tratamento novo

Como é o acompanhamento da sarcopenia na Clínica Higashi Londrina?

Na Clínica Higashi Londrina, o cuidado com o músculo começa na primeira consulta médica com o Dr. Leonardo Higashi, que já inclui o check-up funcional com a bioimpedância, e segue com reavaliações que comparam a composição corporal e o desempenho ao longo do tempo.

  1. Conversa sobre a rotina

    O que ficou mais difícil e desde quando, sono, alimentação, atividade física, doenças e medicamentos em uso.

  2. Check-up funcional e exames

    A bioimpedância mostra quanto do peso é músculo e onde ele está. Os exames de sangue investigam hormônios, vitaminas, minerais, inflamação e função dos rins.

  3. Plano explicado

    O plano junta treino de força, alimentação e o que mais a avaliação apontar. A nutrição ajusta o cardápio presencialmente, como apoio ao acompanhamento médico.

  4. Reavaliação

    As medidas são repetidas nas mesmas condições para comparar a tendência do músculo, da força e do desempenho. O plano é ajustado conforme a resposta, que varia de pessoa para pessoa.

Perguntas frequentes sobre sarcopenia

O que é sarcopenia?

Sarcopenia é a perda progressiva de força e de massa muscular que costuma acompanhar a idade e reduz o desempenho nas tarefas do dia a dia. Ela é reconhecida primeiro pela força baixa, confirmada pela medida do músculo e considerada grave quando o desempenho físico também caiu.

Sarcopenia só acontece em idosos?

Ela é mais comum depois dos 60 anos, mas pode começar antes, ligada a doenças crônicas, sedentarismo, períodos de cama e alimentação com pouca energia ou proteína. Quem tem excesso de peso também pode ter sarcopenia, e a balança costuma esconder a perda.

A bioimpedância faz o diagnóstico de sarcopenia?

A bioimpedância estima a massa muscular, que é uma das partes do diagnóstico. A força e o desempenho físico completam a avaliação, junto com a história e os exames de sangue. Na clínica, a bioimpedância InBody e Seca faz parte do check-up funcional da primeira consulta.

Dá para recuperar o músculo perdido?

O treino de força regular pode melhorar a massa muscular, a força e o desempenho, principalmente quando vem junto com proteína suficiente e com a correção de deficiências. A resposta varia de pessoa para pessoa, e as reavaliações mostram a tendência ao longo do tempo.

Tomar vitamina D ajuda na sarcopenia?

A vitamina D faz parte do cuidado quando o exame mostra falta. Como a evidência para usá-la sozinha no tratamento da sarcopenia é insuficiente, ela entra como correção de uma deficiência medida, e não como substituta do treino e da alimentação.

Retrato do Dr. Leonardo Higashi como revisor médico dos artigos da Clínica Higashi Londrina

Revisão médica

Dr. Leonardo Higashi — MÉDICO — CRM-PR 25067

Endocrinologia e Metabologia (RQE 16677) · Nutrologia (RQE 2685) · Clínica Médica (RQE 15389)

Médico especialista em Endocrinologia e Metabologia, Nutrologia e Clínica Médica e diretor médico da Clínica Higashi Londrina desde 2009. Tem formação complementar em medicina funcional, prática ortomolecular, endocrinologia do envelhecimento e medicina esportiva, e é membro e professor da Academia Brasileira de Medicina Funcional Integrativa.

Conheça o Dr. Leonardo Higashi
Referências
  1. Cruz-Jentoft AJ, Bahat G, Bauer J, Boirie Y, Bruyère O, Cederholm T, et al. Sarcopenia: revised European consensus on definition and diagnosis. Age Ageing. 2019;48(1):16-31. doi:10.1093/ageing/afy169
  2. Petermann-Rocha F, Balntzi V, Gray SR, Lara J, Ho FK, Pell JP, et al. Global prevalence of sarcopenia and severe sarcopenia: a systematic review and meta-analysis. J Cachexia Sarcopenia Muscle. 2022;13(1):86-99. doi:10.1002/jcsm.12783
  3. Yeung SSY, Reijnierse EM, Pham VK, Trappenburg MC, Lim WK, Meskers CGM, et al. Sarcopenia and its association with falls and fractures in older adults: a systematic review and meta-analysis. J Cachexia Sarcopenia Muscle. 2019;10(3):485-500. doi:10.1002/jcsm.12411
  4. Srikanthan P, Karlamangla AS. Relative muscle mass is inversely associated with insulin resistance and prediabetes. Findings from the third National Health and Nutrition Examination Survey. J Clin Endocrinol Metab. 2011;96(9):2898-903. doi:10.1210/jc.2011-0435
  5. Donini LM, Busetto L, Bischoff SC, Cederholm T, Ballesteros-Pomar MD, Batsis JA, et al. Definition and diagnostic criteria for sarcopenic obesity: ESPEN and EASO consensus statement. Clin Nutr. 2022;41(4):990-1000. doi:10.1016/j.clnu.2021.11.014
  6. Kortebein P, Ferrando A, Lombeida J, Wolfe R, Evans WJ. Effect of 10 days of bed rest on skeletal muscle in healthy older adults. JAMA. 2007;297(16):1772-4. doi:10.1001/jama.297.16.1772-b
  7. Greendale GA, Sternfeld B, Huang M, Han W, Karvonen-Gutierrez C, Ruppert K, et al. Changes in body composition and weight during the menopause transition. JCI Insight. 2019;4(5):e124865. doi:10.1172/jci.insight.124865
  8. Dent E, Morley JE, Cruz-Jentoft AJ, Arai H, Kritchevsky SB, Guralnik J, et al. International Clinical Practice Guidelines for Sarcopenia (ICFSR): screening, diagnosis and management. J Nutr Health Aging. 2018;22(10):1148-61. doi:10.1007/s12603-018-1139-9
  9. Bull FC, Al-Ansari SS, Biddle S, Borodulin K, Buman MP, Cardon G, et al. World Health Organization 2020 guidelines on physical activity and sedentary behaviour. Br J Sports Med. 2020;54(24):1451-62. doi:10.1136/bjsports-2020-102955
  10. Piovezan RD, Abucham J, Dos Santos RV, Mello MT, Tufik S, Poyares D. The impact of sleep on age-related sarcopenia: possible connections and clinical implications. Ageing Res Rev. 2015;23(Pt B):210-20. doi:10.1016/j.arr.2015.07.003

As informações deste artigo têm caráter educativo e não substituem a consulta médica.