Em resumo

  • O que é: testosterona baixa de verdade, o hipogonadismo masculino, é a produção insuficiente do hormônio, confirmada por sintomas e exames. Na Clínica Higashi Londrina, ela é investigada na consulta de endocrinologia.
  • Sinais mais ligados ao hormônio: queda do desejo sexual, ereções matinais mais raras e dificuldade de ereção. Cansaço e desânimo também aparecem, mas têm muitas outras causas.
  • Como confirmar: testosterona total colhida pela manhã, em jejum, e repetida; SHBG e testosterona livre quando preciso; LH, FSH e prolactina para entender a causa.
  • O que derruba o número: noites curtas, excesso de peso, glicemia alta, doença recente e alguns medicamentos de uso contínuo. Tratar a causa pode trazer o hormônio de volta.
  • Reposição: indicada quando o hipogonadismo está confirmado e a causa foi investigada, pesando o desejo de ter filhos e a saúde da próstata, do sangue e do coração.

O que é testosterona baixa no homem?

Testosterona baixa no homem, quando é uma deficiência de verdade, se chama hipogonadismo masculino: os testículos produzem menos testosterona do que o corpo precisa, ou a hipófise deixa de mandar o comando para que produzam. O diagnóstico exige duas coisas ao mesmo tempo, sintomas compatíveis e exames claramente baixos e repetidos[1]. Na Clínica Higashi Londrina, essa investigação é conduzida pelo Dr. Leonardo Higashi.

A dúvida mais comum chega assim: "fiz um exame, a testosterona veio baixa, preciso repor?". Muitas vezes, a resposta começa por outra pergunta: em que condições o exame foi colhido, e o que pode ter puxado esse número para baixo? Um resultado isolado conta o que aconteceu naquela manhã, e a deficiência precisa se confirmar ao longo do tempo.

Dois caminhos que levam à falta do hormônio

  • No testículo (hipogonadismo primário): a glândula não responde bem ao comando. A hipófise percebe a falta e aumenta o LH e o FSH. Alterações genéticas, caxumba nos testículos, traumas e tratamentos oncológicos estão entre as causas.
  • Na hipófise ou no hipotálamo (hipogonadismo secundário): o testículo está apto, mas recebe pouco estímulo. LH e FSH ficam baixos ou "normais" diante de uma testosterona baixa. Excesso de peso, diabetes, sono ruim, prolactina alta, alguns medicamentos e hormônios usados sem prescrição costumam estar por trás.

Essa separação muda o caminho do cuidado. No hipogonadismo secundário ligado ao peso, à glicemia ou ao sono, o hormônio pode voltar a subir quando a causa é tratada. Por isso a avaliação olha o conjunto antes de decidir. O guia da reposição hormonal, com as indicações de cada hormônio, mostra como essa lógica vale também para a menopausa e a tireoide.

Quais sinais sugerem testosterona baixa?

Os sinais que mais se ligam à testosterona baixa são sexuais: menos desejo, ereções matinais mais raras e dificuldade de ereção. Num estudo europeu com 3.369 homens de 40 a 79 anos, só esses três sintomas mostraram associação consistente com o hormônio baixo, e a definição de hipogonadismo de início tardio passou a exigir os três juntos, com testosterona total abaixo de 11 nmol/L (cerca de 320 ng/dL) e testosterona livre também baixa[2].

Sinais que costumam levar à consulta

  • Queda do desejo sexual e ereções matinais mais raras
  • Dificuldade para ter ou manter a ereção
  • Perda de massa muscular e de força, mesmo treinando
  • Redução dos pelos do corpo e da barba
  • Aumento das mamas (ginecomastia)
  • Dificuldade para ter filhos ou osteoporose sem outra explicação

Sinais que se confundem com outras causas

Cansaço, desânimo, irritação, dificuldade de concentração, sono ruim e gordura acumulada na barriga também aparecem quando a testosterona cai. Só que eles têm muitas outras origens: tireoide, ferro ou vitamina B12 baixos, glicemia alterada, apneia do sono, estresse prolongado, depressão, excesso de álcool. No mesmo estudo europeu, cansaço e humor deprimido também se relacionaram ao hormônio, mas sem a associação consistente que os três sintomas sexuais mostraram[2].

E um sinal puxa o outro. Quem dorme mal produz menos testosterona; com menos testosterona e menos energia, o treino rende menos; com menos músculo, a gordura abdominal cresce; e a gordura abdominal baixa ainda mais o hormônio. Por isso a consulta não para no exame: ela pergunta sobre sono, ronco, rotina, alimentação, estresse e medicamentos em uso, e examina o corpo.

Como a testosterona baixa é confirmada?

A testosterona baixa é confirmada com a testosterona total colhida pela manhã, em jejum, e repetida em outro dia; quando a proteína que transporta o hormônio está alterada, entra a testosterona livre, e LH, FSH e prolactina mostram onde está a causa[1].

“Recomendamos diagnosticar o hipogonadismo em homens com sintomas e sinais de deficiência de testosterona e concentrações de testosterona total ou livre inequívoca e consistentemente baixas”

Endocrine Society, 2018 [1]

Os exames, na ordem em que costumam entrar

  1. Testosterona total pela manhã, em jejum. É o primeiro exame. O hormônio tem pico nas primeiras horas do dia e cai depois, e uma refeição com açúcar também derruba o resultado por algumas horas[3][4].
  2. Repetição em outro dia. Um valor baixo isolado não fecha o diagnóstico. A diretriz da Endocrine Society pede confirmação com uma segunda coleta nas mesmas condições[1].
  3. SHBG e testosterona livre. A SHBG é a proteína que carrega a testosterona no sangue. Excesso de peso e diabetes baixam a SHBG, e a idade a aumenta[7]. Quando ela muda, a testosterona total muda junto, mesmo sem mudar a parte livre, que é a que age nos tecidos. Nesses casos, a testosterona livre calculada ajuda a decidir.
  4. LH e FSH. Mostram se o problema está no testículo (LH e FSH altos) ou no comando da hipófise (LH e FSH baixos ou inadequadamente normais).
  5. Prolactina e outros exames da causa. No hipogonadismo secundário, a prolactina, o ferro e, em alguns casos, uma imagem da hipófise ajudam a encontrar o motivo[1].
  6. Exames de base. Hemograma, glicemia, colesterol e, conforme a idade e o histórico, o PSA, como ponto de partida para comparar depois.
Dr. Leonardo Higashi, endocrinologista, no consultório da Clínica Higashi Londrina
Na consulta, os sintomas e os exames repetidos são lidos juntos antes de qualquer decisão sobre testosterona.

A faixa de referência também tem história

Laboratórios usam métodos diferentes. Um estudo que padronizou as medidas de quatro grandes grupos de homens nos Estados Unidos e na Europa chegou à faixa de 264 a 916 ng/dL para homens saudáveis, sem obesidade, de 19 a 39 anos[6]. Por isso a tendência ao longo do tempo pesa mais do que um número solto.

Na clínica, essa leitura acontece dentro da avaliação da testosterona e dos hormônios masculinos na consulta de endocrinologia, que junta sintomas, exame físico, histórico e os exames que você já trouxe.

O que baixa a testosterona no exame sem a glândula estar doente?

A testosterona pode aparecer baixa no exame sem que o testículo ou a hipófise estejam doentes: o horário da coleta, uma refeição antes do exame, noites mal dormidas, uma doença recente e diferenças entre laboratórios mudam o número. Conhecer essas armadilhas evita tratar um resultado em vez de tratar uma pessoa.

FatorO que acontece com o númeroO que a consulta faz
Coleta à tardeEm homens de 30 a 40 anos, a testosterona foi 20% a 25% menor às 16h do que às 8h; aos 70 anos, a diferença caiu para cerca de 10%[3].Repete a coleta pela manhã antes de qualquer conclusão.
Refeição com açúcar antes da coletaDepois de uma carga de glicose, a testosterona caiu em média 25%, e 15% dos homens com valor normal passaram para a faixa baixa em algum momento[4].Pede o exame em jejum e repete os resultados colhidos depois de comer.
Noites curtasUma semana dormindo menos de cinco horas por noite reduziu a testosterona do período diurno em 10% a 15% em homens jovens e saudáveis[5].Pergunta sobre sono, ronco e pausas na respiração e investiga apneia quando há suspeita.
Doença recenteInfecções, cirurgias e internações baixam o hormônio por algum tempo.Espera a recuperação e repete o exame.
SHBG alteradaExcesso de peso e diabetes baixam a SHBG e, com ela, a testosterona total[7].Calcula a testosterona livre para ver a parte que age nos tecidos.
Laboratório diferenteMétodos diferentes geram números diferentes para o mesmo sangue[6].Compara a tendência, de preferência no mesmo laboratório.

Um exemplo comum: o exame do check-up, colhido depois do almoço, vem no limite; repetido às 8h, em jejum, fica dentro da faixa, e a queixa de cansaço leva a investigação para sono, ferro e tireoide.

Por que a testosterona cai? Sono, peso, glicemia e medicamentos

As causas mais frequentes de testosterona baixa no adulto são o excesso de peso, o diabetes tipo 2, o sono ruim e alguns medicamentos de uso contínuo, e várias delas podem melhorar quando a causa é cuidada. Por isso a investigação vem antes da reposição.

Peso e gordura abdominal

A gordura abdominal transforma parte da testosterona em estrogênio, libera substâncias inflamatórias e reduz o comando da hipófise. O caminho inverso também existe: uma revisão com 24 estudos mostrou que a perda de peso se associa ao aumento da testosterona, e quanto maior a perda, maior a subida[8]. Quando o peso é parte central do quadro, o emagrecimento com acompanhamento médico entra no plano, com atenção para preservar o músculo.

Glicemia e diabetes

Num grupo de 103 homens com diabetes tipo 2, um em cada três tinha testosterona livre baixa, com LH e FSH mais baixos, sinal de falta de comando da hipófise[7]. Glicose alta e resistência à insulina andam junto com o hormônio baixo, e por isso a glicemia, a hemoglobina glicada e a insulina entram na mesma avaliação.

Sono e apneia

Boa parte da testosterona é produzida durante o sono[5]. Dormir pouco, acordar várias vezes ou ter apneia, com ronco e pausas na respiração, reduz a produção. Tratar a apneia e organizar o sono costuma ser um dos primeiros passos.

Medicamentos de uso contínuo e hormônios sem prescrição

Alguns analgésicos fortes, corticoides usados por longo tempo e outros remédios de uso contínuo podem baixar a testosterona. A lista completa do que você usa, com as doses, ajuda a consulta a encontrar esse efeito. O uso de testosterona ou derivados para ganho de massa muscular, no passado ou no presente, freia a produção natural por meses depois de parar, e precisa ser contado para que o exame seja lido do jeito certo.

O conjunto que a consulta olha

Sono, estresse, peso, glicose, intestino, vitaminas e minerais, medicamentos e até toxinas ambientais, como plásticos, influenciam os hormônios, e um fator puxa o outro. É o olhar que a clínica chama de equilíbrio global da saúde. No check-up funcional da primeira consulta, a bioimpedância mostra quanto é músculo e quanto é gordura, e a avaliação do sistema nervoso autônomo ajuda a entender a resposta ao estresse.

Quando a reposição de testosterona é indicada?

A reposição de testosterona é indicada quando o hipogonadismo está confirmado, com sintomas e exames baixos repetidos, e a causa foi investigada; a meta é trazer o hormônio para o meio da faixa normal, sem ultrapassá-la[1]. A decisão é tomada junto com você, depois de pesar benefícios, riscos e planos de vida.

O que a reposição costuma melhorar

Num conjunto de estudos com 790 homens de 65 anos ou mais, com testosterona abaixo de 275 ng/dL e sintomas, a reposição aumentou a atividade sexual, o desejo e a função erétil, mas não mudou de forma significativa a sensação de vitalidade[9]. Quando o principal incômodo é cansaço, a investigação de outras causas continua importante.

O que entra na decisão

  • Desejo de ter filhos nos próximos meses ou anos
  • Saúde da próstata, com PSA e exame conforme a idade e o histórico
  • Hematócrito, que mostra a proporção de glóbulos vermelhos no sangue
  • Apneia do sono, que precisa estar tratada
  • Histórico de infarto, AVC, trombose ou insuficiência cardíaca
  • Câncer de mama ou de próstata, atual ou passado

Sobre o coração, o estudo TRAVERSE acompanhou 5.246 homens de 45 a 80 anos com hipogonadismo e doença cardiovascular ou alto risco para ela. A reposição não aumentou os eventos cardiovasculares maiores em relação ao placebo, mas o grupo tratado teve mais fibrilação atrial, lesão renal aguda e embolia pulmonar[10]. Por isso o tratamento é acompanhado de perto.

A testosterona pode ser aplicada na pele ou por injeção, e a via e a dose são escolhidas conforme os exames, a rotina e o histórico de cada homem.

Fertilidade e acompanhamento: o que muda depois que a reposição começa?

A testosterona vinda de fora reduz a produção de espermatozoides, e por isso o plano de ter filhos muda a decisão; quem repõe o hormônio é acompanhado com testosterona, hematócrito e avaliação da próstata ao longo do tempo[1].

Por que a reposição pode atrapalhar a fertilidade

O cérebro mede quanto hormônio está circulando. Quando a testosterona entra de fora, a hipófise entende que já há o suficiente e reduz o LH e o FSH. Sem esse comando, o testículo produz menos testosterona própria e menos espermatozoides. A diretriz da Endocrine Society desaconselha a reposição em homens que planejam ter filhos em breve[1]. Para eles, o cuidado busca outras estratégias, discutidas na consulta e, quando há alteração nos testículos, com o urologista.

Como o acompanhamento costuma ser organizado

  1. Início explicado

    Você sai sabendo como aplicar, o que esperar nas primeiras semanas e o que observar até o retorno.

  2. Primeiros retornos

    Revisam os sintomas e medem a testosterona, para ver se ela chegou ao meio da faixa normal, e o hematócrito[1].

  3. Ajustes

    Dose, intervalo ou via podem mudar conforme a resposta, os exames e a sua rotina.

  4. Reavaliação periódica

    Próstata, sangue, pressão, glicose e colesterol seguem acompanhados, e a necessidade de continuar é revista[1]. Se a causa era o peso ou o sono e ela melhorou, a reavaliação considera se o hormônio próprio voltou.

Para quem mora fora de Londrina, os retornos podem acontecer por teleconsulta com o endocrinologista, e o exame físico e o check-up funcional acontecem quando você vem à clínica.

Glossário da testosterona

Os termos que mais aparecem nos laudos e nas consultas sobre testosterona, explicados em poucas palavras.

Hipogonadismo masculino
Produção insuficiente de testosterona, por problema no testículo ou por falta de comando da hipófise, confirmada por sintomas e exames.
Testosterona livre
Fração do hormônio que não está presa a proteínas e age nos tecidos. Costuma ser calculada a partir da testosterona total e da SHBG.
SHBG
Proteína que transporta a testosterona no sangue. Cai com o excesso de peso e o diabetes e sobe com a idade.
LH e FSH
Hormônios da hipófise que estimulam o testículo a produzir testosterona e espermatozoides.
Hematócrito
Proporção de glóbulos vermelhos no sangue, acompanhada em quem repõe testosterona.
PSA
Exame de sangue usado na avaliação da próstata, conforme a idade e o histórico.

Perguntas frequentes sobre testosterona baixa

Quais são os sintomas de testosterona baixa no homem?

Os sintomas mais ligados ao hormônio são queda do desejo sexual, ereções matinais mais raras e dificuldade de ereção. Perda de massa muscular, redução dos pelos e aumento das mamas também podem aparecer. Cansaço e desânimo são comuns, mas têm muitas outras causas.

Qual exame confirma a testosterona baixa?

A testosterona total colhida pela manhã, em jejum, e repetida em outro dia. Quando a SHBG está alterada, a testosterona livre calculada ajuda a decidir. LH, FSH e prolactina mostram se a causa está no testículo ou no comando da hipófise.

Testosterona baixa pode voltar ao normal sem reposição?

Pode, quando a causa é tratável. Perda de peso, controle da glicemia, sono adequado, tratamento da apneia e revisão de medicamentos de uso contínuo podem fazer o hormônio subir.

Quem quer ter filhos pode fazer reposição de testosterona?

A testosterona vinda de fora reduz a produção de espermatozoides, e a diretriz da Endocrine Society desaconselha a reposição em quem planeja ter filhos em breve. Nesses casos, outras estratégias são discutidas na consulta.

Onde avaliar testosterona baixa com endocrinologista em Londrina?

Na Clínica Higashi Londrina, na Av. Ayrton Senna da Silva, 1055, Square Garden, com o Dr. Leonardo Higashi, MÉDICO, CRM-PR 25067, especialista em Endocrinologia e Metabologia (RQE 16677). O atendimento é particular, presencial ou por teleconsulta, com agendamento pelo WhatsApp (43) 99930-0218.

Retrato do Dr. Leonardo Higashi como revisor médico dos artigos da Clínica Higashi Londrina

Revisão médica

Dr. Leonardo Higashi — MÉDICO — CRM-PR 25067

Endocrinologia e Metabologia (RQE 16677) · Nutrologia (RQE 2685) · Clínica Médica (RQE 15389)

Médico especialista em Endocrinologia e Metabologia, Nutrologia e Clínica Médica e diretor médico da Clínica Higashi Londrina desde 2009. Tem formação complementar em medicina funcional, prática ortomolecular, endocrinologia do envelhecimento e medicina esportiva, e é membro e professor da Academia Brasileira de Medicina Funcional Integrativa.

Conheça o Dr. Leonardo Higashi
Referências
  1. Bhasin S, Brito JP, Cunningham GR, Hayes FJ, Hodis HN, Matsumoto AM, et al. Testosterone therapy in men with hypogonadism: an Endocrine Society clinical practice guideline. J Clin Endocrinol Metab. 2018;103(5):1715-44.
  2. Wu FC, Tajar A, Beynon JM, Pye SR, Silman AJ, Finn JD, et al. Identification of late-onset hypogonadism in middle-aged and elderly men. N Engl J Med. 2010;363(2):123-35.
  3. Brambilla DJ, Matsumoto AM, Araujo AB, McKinlay JB. The effect of diurnal variation on clinical measurement of serum testosterone and other sex hormone levels in men. J Clin Endocrinol Metab. 2009;94(3):907-13.
  4. Caronia LM, Dwyer AA, Hayden D, Amati F, Pitteloud N, Hayes FJ. Abrupt decrease in serum testosterone levels after an oral glucose load in men: implications for screening for hypogonadism. Clin Endocrinol (Oxf). 2013;78(2):291-6.
  5. Leproult R, Van Cauter E. Effect of 1 week of sleep restriction on testosterone levels in young healthy men. JAMA. 2011;305(21):2173-4.
  6. Travison TG, Vesper HW, Orwoll E, Wu F, Kaufman JM, Wang Y, et al. Harmonized reference ranges for circulating testosterone levels in men of four cohort studies in the United States and Europe. J Clin Endocrinol Metab. 2017;102(4):1161-73.
  7. Dhindsa S, Prabhakar S, Sethi M, Bandyopadhyay A, Chaudhuri A, Dandona P. Frequent occurrence of hypogonadotropic hypogonadism in type 2 diabetes. J Clin Endocrinol Metab. 2004;89(11):5462-8.
  8. Corona G, Rastrelli G, Monami M, Saad F, Luconi M, Lucchese M, et al. Body weight loss reverts obesity-associated hypogonadotropic hypogonadism: a systematic review and meta-analysis. Eur J Endocrinol. 2013;168(6):829-43.
  9. Snyder PJ, Bhasin S, Cunningham GR, Matsumoto AM, Stephens-Shields AJ, Cauley JA, et al. Effects of testosterone treatment in older men. N Engl J Med. 2016;374(7):611-24.
  10. Lincoff AM, Bhasin S, Flevaris P, Mitchell LM, Basaria S, Boden WE, et al. Cardiovascular safety of testosterone-replacement therapy. N Engl J Med. 2023;389(2):107-17.

As informações deste artigo têm caráter educativo e não substituem a consulta médica.